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Era ele, não era ele ... eis a questão!

Me apaixonar é algo raro hoje em dia se eu for lembrar do passado onde bastava ser belo e meu coração já pulsava. Reparei que agora  não basta ter beleza, então as coisas ficaram um pouco mais complicadas nessa área.
   Havia um post aqui no blog, mas ele era para maiores de 18 anos, e pra eu colocar algo assim aqui deveria trocar a classificação dele então eu deixei essa postagem no rascunho, caso algum dia eu queria voltar com ela pro blog. Essa postagem fala justamente do cara por quem eu me apaixonei e devida a tantas coisas e ao curtíssimo romance (que só tem na minha cabeça), hoje não nos falamos já que ele mesmo prefere por causa de problemas pessoais.
  Fui eu e uma amiga que mora comigo aqui no apê almoçarmos fora, contente que ia sair para entregar meus currículos nos lugares onde eu já havia visto, quando entramos no restaurante e ao ir colocar minha bolsa na cadeira já que era comida a quilo me deparei com um rapaz. Não sei dizer se era ele, mas seus olhos também fixaram nos meus. Eu tremi feito uma vara verde, comecei a suar e a ficar meio nervosa. Coloquei minha bolsa e fui pegar a comida, pensando se era realmente ele que estava ali e acompanhado (mesmo que de começo não parecesse ser uma namorada). Então minha amiga sentou primeiro na mesa só que não na minha frente e sim na cadeira ao lado. Como eu estava nervosa e quando fui me sentar vi ele olhando para mim logo à pedi para fazer isso. Tremendo e com uma imensa vontade de chorar e fiquei o observando discretamente e nossos olhares sempre se cruzavam. Cheguei a pegar a mulher ao lado dele olhando para mim. Foi ai que comentei com a Mari, " Sera que é ele, por que é muito igual". Não fique se perguntando como não o reconheceria, pois nós tivemos apenas uma noite para nos conhecermos e nos curtir e assim ele me deixou encantada. Nesse instante eu descobri que sim eu realmente gosto dele, que sou apaixonada. E mesmo que fosse outro cara, super ultra parecido com ele ainda sim a imagem era pra ele, como se fosse ele.
   Saímos do restaurante e fomos pagar a conta de luz, quando me deparo com ele e a mulher sentados na praça aqui no centro da cidade, fiquei observando e ele me viu novamente. Me olhou, eu estava convicta que era ele e aquilo me fazia ficar mais nervosa ainda. Cheguei a atravessar a rua e pensar em sentar em um dos bancos da praça só para observar. Ele estava lá com ela, beijando. Mas eu tinha que manter o foco no que eu ia fazer hoje ( entregar currículos e nada mais). Foi aí que quando atravessei e fui para a outra calçada ele passa na minha frente correndo, o que me fez de imediato parar e observar. Não era ele, mas era igual! E mesmo que não fosse, seu olhos me transmitia algo que me deixou encantada mas não com ele, e sim com o fato dele ser o meu novo amor (talvez). 

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